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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Ciência & Saúde

Governo do Rio Grande do Norte amplia assistência materno-infantil com o Programa Bem-te-vi

O Estado formalizou parceria com 63 municípios e investirá R$ 3 milhões mensais para otimizar leitos pediátricos e reduzir a mortalidade materna.

Governadora Fátima Bezerra em cerimônia de assinatura de convênios de saúde no RN
Governadora Fátima Bezerra participa da assinatura de convênios de saúde com representantes municipais · Foto: Humberto Sales/Assecom

O Governo do Rio Grande do Norte firmou convênios com 63 municípios nesta quinta-feira, 22/10/2026, para a adesão ao Programa Bem-te-vi, uma iniciativa estratégica desenhada para combater a mortalidade materna, fetal e neonatal no Estado. A decisão, que visa qualificar a rede de assistência desde o pré-natal até o parto, foi consolidada pela governadora Fátima Bezerra (PT) em uma solenidade voltada à expansão da cobertura assistencial nas regiões de Mossoró, Pau dos Ferros e Assú.

O impacto dessa medida reflete diretamente na dignidade das gestantes e recém-nascidos, ao garantir que o monitoramento de riscos seja feito precocemente. A iniciativa não apenas organiza a rede de cuidados básicos, mas impõe um novo padrão de atendimento pautado em evidências científicas, assegurando o acolhimento humanizado para a saúde da mulher em todo o território potiguar.

Em paralelo, o Governo do Estado celebrou um convênio definitivo com o Hospital Maternidade Almeida de Castro para a reestruturação dos serviços pediátricos. A parceria viabiliza a criação de 25 leitos destinados a atendimentos clínicos e cirúrgicos de média e alta complexidade, com um aporte mensal de R$ 3 milhões. Alexandre Motta, secretário de Estado da Saúde Pública, ressaltou que a transferência da ala pediátrica do Hospital da Mulher para o Hospital Maternidade Almeida de Castro centraliza o atendimento especializado.

A reorganização, técnica e administrativa, permite que o Hospital da Mulher direcione sua capacidade operacional integralmente para a saúde feminina. A medida busca reduzir o deslocamento de pacientes e garantir que crianças e adolescentes da região tenham acesso a suporte especializado em uma unidade estruturada, fortalecendo a rede de Saúde Pública estadual.

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