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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Ciência & Saúde

Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN garante quitação de débitos com médicos

Pasta estadual confirma acordo para pagamento em parcelas e nega bloqueio judicial; secretaria refuta informações sobre descontinuidade nos serviços.

Fachada de unidade hospitalar no Rio Grande do Norte.
Unidades de saúde em Assú e Mossoró seguem com cronograma de regularização de pagamentos. · Foto: Motta esclarece que atrasos não estão relacionados a bloqueios judiciais e que pagamentos estão sendo feitos | Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) assegurou a regularização dos pagamentos devidos a profissionais que atuam em unidades de referência, em posicionamento oficial divulgado em 13/10/2026. A medida visa garantir a continuidade do atendimento em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais regionais Nelson Inácio dos Santos, em Assú, e Dr. Tarcísio Maia, em Mossoró, preservando o acesso da população a cuidados médicos essenciais.

O secretário estadual da Saúde, Alexandre Motta, reconheceu a existência de um mês de atraso no contrato com a empresa Sama, responsável pela escala médica dessas unidades. Para solucionar o passivo, o Governo do Rio Grande do Norte estabeleceu um cronograma de pagamento parcelado, negociado em conjunto com a empresa e o Ministério Público.

Segundo a Sesap, em 13/10/2026, a administração estadual segue os trâmites contratuais que permitem o pagamento até três meses após a emissão das notas fiscais. O secretário reforçou que não há risco de interrupção dos serviços e negou que os repasses sofram interferência de bloqueios judiciais, esclarecendo que as pendências administrativas estão sendo sanadas por via direta com a prestadora.

Quanto aos pagamentos de prestadores privados em Natal, o titular da pasta informou que a situação foi resolvida junto à Justiça Federal e os valores estão sendo processados ao longo de outubro. Alexandre Motta ainda contestou declarações do candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, do União Brasil, classificando como desinformação a narrativa de que os pagamentos seriam impedidos por questões judiciais.

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