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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Economia

Ecossistema do iFood injeta R$ 600 milhões no PIB do RN

Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) aponta que a plataforma sustentou mais de 10 mil postos de trabalho em todo o estado.

Entregador do iFood em atividade nas ruas do Rio Grande do Norte.
Atividades da plataforma impulsionaram o setor de serviços e geração de renda no estado. · Foto: Estudo da Fipe mostra que iFood representa 0,49% do PIB do RN, gerando mais de 10 mil empregos diretos e indiretos | Reprodução

O ecossistema do iFood movimentou R$ 600 milhões no Rio Grande do Norte durante o ano de 2025, um montante que representa 0,49% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. O dado foi consolidado em levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e divulgado em 07/10/2026, evidenciando como a economia digital tem se tornado um pilar vital para a renda de milhares de famílias potiguares que dependem das entregas para o seu sustento.

Além da relevância financeira, a análise aponta que a plataforma contribuiu para a manutenção e criação de mais de 10 mil postos de trabalho diretos e indiretos no RN. Esse suporte econômico reflete uma mudança nos hábitos de consumo, com um aumento de 9,8% no volume de pedidos em relação a 2024 e uma elevação de 12,9% na média mensal de usuários ativos.

Diferente da tendência nacional, o Rio Grande do Norte registrou seu pico de demanda em março de 2025. O estudo atribui esse desempenho ao período do Carnaval e à alta temporada de eventos no primeiro trimestre. Em termos de preferência do consumidor, o hambúrguer assumiu o topo do ranking, com alta de 19,9%, desbancando a categoria de lanches, que liderava a preferência regional no ano anterior.

No cenário ampliado, o iFood movimentou R$ 167 bilhões em todo o Brasil em 2025, o que equivale a 0,70% do PIB nacional. A pesquisa destaca que, em âmbito federal, a operação da empresa é responsável por impulsionar 1,18 milhão de ocupações, consolidando a relevância do setor de tecnologia para a estabilidade econômica brasileira.

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