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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Política

Disputa pelo governo do Rio Grande do Norte apresenta cenários divergentes

Levantamentos do Instituto Qualittá e da Mensury trazem números distintos para o segundo turno no Rio Grande do Norte; entenda as variações metodológicas.

Infográfico representando a disputa eleitoral no Rio Grande do Norte com as siglas dos candidatos.
Cenário eleitoral no Rio Grande do Norte é marcado por divergências em pesquisas publicadas em 21 de outubro de 2026. · Foto: Divulgação/Cadu de Lula

A corrida eleitoral pelo Governo do Rio Grande do Norte revela um cenário de incertezas e polarização, conforme apurado em 21 de outubro de 2026. Duas pesquisas divulgadas nesta quarta-feira, 21/10/2026, apresentam resultados antagônicos para o segundo turno das Eleições 2026, influenciando a percepção do eleitorado sobre a viabilidade de Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra (União Brasil).

O levantamento realizado pelo instituto Mensury aponta a liderança de Cadu de Lula, com 51,51% dos votos válidos, enquanto Allyson Bezerra, ex-prefeito de Mossoró, aparece com 48,49%. Em contrapartida, a sondagem do Instituto Qualittá, em parceria com o portal RN Hoje, inverte a projeção: Allyson Bezerra surge à frente com 54,9%, contra 45,1% de Cadu de Lula.

Para o eleitor, a disparidade entre os dados reforça a necessidade de cautela ao interpretar as estatísticas. A metodologia aplicada pelo Instituto Qualittá, realizada entre 16 e 20 de outubro de 2026 com 1.200 entrevistados, registrou uma margem de erro de 2,8 pontos percentuais. Já o estudo da Mensury, que ouviu 1.500 eleitores entre 16 e 19 de outubro de 2026, apresentou margem de erro de 2,53 pontos percentuais.

Ambos os estudos estão devidamente registrados na Justiça Eleitoral sob os números RN-09985/2026 e BR-04627/2026. É fundamental destacar que tais números não configuram uma previsão definitiva, servindo apenas como uma fotografia momentânea da opinião pública. A flutuação das intenções de voto permanece latente até o dia do pleito, ressaltando o peso de cada decisão no futuro administrativo do estado.

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