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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Política

Fátima Bezerra nega planos para assumir ministério no Governo Lula

A governadora do Rio Grande do Norte esclareceu suas intenções para o pós-mandato em entrevista concedida em 28 de outubro de 2026.

Governadora Fátima Bezerra durante entrevista para emissora local.
Fátima Bezerra em entrevista à TV Ponta Negra. · Foto: BNews RN - Divulgação

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), descartou nesta quarta-feira, 28/10/2026, a existência de planos imediatos para integrar o quadro ministerial do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita em resposta a especulações sobre uma possível nomeação para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional após o término de sua gestão estadual, visando esclarecer o seu posicionamento diante do cenário político nacional.

O tema surgiu durante uma entrevista concedida ao Jornal do Dia, da TV Ponta Negra, afiliada ao SBT. Ao ser questionada sobre a possibilidade de assumir uma pasta ministerial a partir de 7 de janeiro de 2027, a governadora enfatizou seu desejo de realizar uma pausa após o fim de seu ciclo no Poder Executivo local.

"Eu não estou pensando nisso. Acho que tenho o direito de tirar umas férias depois do dia 1º até o dia 6. Depois, vou continuar exercendo a militância política, como sempre fiz, sem dúvida nenhuma", afirmou Fátima Bezerra.

Embora tenha negado a existência de convites formais ou decisões tomadas sobre cargos no governo federal, a governadora reafirmou seu compromisso contínuo com a trajetória política. A conversa, que também abordou temas de cunho pessoal, ressaltou o impacto da vida pública na rotina da gestora, que busca um período de descanso antes de definir seus próximos passos na militância.

A decisão expressa pela governadora é de caráter pessoal e imediato, mantendo o foco na conclusão de seu mandato no Rio Grande do Norte. A postura demonstra uma prioridade pela transição planejada e pela preservação do equilíbrio entre a vida pública e o bem-estar individual após anos de administração estadual.

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