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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Política

Governo do RN rebate Allyson sobre salários e reafirma previsão do 13º

Estado assegura regularidade na folha de pagamento e responde a críticas sobre o benefício anual enquanto candidatos debatem compromissos futuros.

Fachada do edifício sede do Governo do Rio Grande do Norte.
Discussão sobre pagamentos de servidores movimenta cenário político no Rio Grande do Norte. · Foto: Reprodução/ALRN

O Governo do Rio Grande do Norte manifestou-se oficialmente sobre alegações do candidato Allyson Bezerra, que questionou a garantia do 13º salário dos servidores estaduais em pronunciamento que repercutiu declarações de Pedro Lopes, ex-secretário de Estado da Administração. O posicionamento, emitido na quarta-feira, 07/10/2026, visa esclarecer o histórico de quitação de débitos herdados e a previsibilidade orçamentária para o cumprimento dos vencimentos da categoria.

Ao abordar a gestão financeira, o Executivo estadual destacou que, ao assumir o comando em 2019, encontrou quatro meses de salários em atraso deixados pela administração anterior. Segundo o Governo do RN, o passivo foi integralmente sanado, permitindo o restabelecimento da regularidade nos pagamentos para servidores da ativa, aposentados e pensionistas.

Quanto ao benefício de fim de ano, o Governo do RN reforçou que o pagamento do 13º salário de 2026 está devidamente incluído no Orçamento do Estado aprovado para o ano corrente. A medida é tratada como prioridade, com ações orçamentárias em curso para assegurar que os recursos estejam disponíveis dentro do planejamento da folha de pessoal.

A controvérsia ganhou tração nas redes sociais após Pedro Lopes provocar Allyson Bezerra. Lopes sugeriu que a segurança do pagamento estaria atrelada a uma eventual vitória de Cadu de Lula (PT), solicitando que os servidores cobrassem de Allyson um compromisso público sobre a quitação do benefício para janeiro de 2027. O ex-secretário mencionou que, desde 2019, o Estado tem efetuado o pagamento do 13º salário, por vezes concentrando a quitação no mês de janeiro.

Em resposta, Allyson Bezerra classificou a provocação como "um absurdo" e reafirmou o direito inalienável dos servidores ao 13º salário. O candidato recorreu ao seu histórico como prefeito de Mossoró, onde afirmou ter quitado, em 2021, o benefício de 2020 deixado por gestões passadas. Ele ainda destacou a implementação em Mossoró de um modelo de pagamento atrelado ao mês de aniversário dos funcionários, defendendo a previsibilidade como marca de sua atuação pública.

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