Corpo de servidor do IFRN desaparecido é identificado em Natal
Mikael Lucas de Souza Simões foi encontrado após uma semana de buscas. Laudo da Polícia Científica deve esclarecer as circunstâncias do falecimento em 20 dias.
A Polícia Civil e a Polícia Científica confirmaram a identificação do corpo de Mikael Lucas de Souza Simões, servidor público do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026. A decisão de encerrar as buscas foi tomada após o reconhecimento formal feito por familiares, que buscavam pelo servidor desde o seu desaparecimento no dia 23 de outubro de 2026, sendo fundamental para o início dos procedimentos fúnebres e a continuidade das investigações sobre a causa da morte.
O caso, que gerou comoção na comunidade acadêmica e entre familiares, teve início quando Mikael Lucas de Souza Simões, lotado no campus do IFRN em João Câmara, não compareceu às suas atividades profissionais. A ausência do servidor, que residia no bairro de Capim Macio, em Natal, acendeu um alerta imediato entre colegas e parentes, que saíram de Caicó para realizar buscas na capital potiguar.
Conforme os levantamentos preliminares das autoridades, o servidor foi encontrado originalmente no dia 23 de outubro de 2026, na Vila de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, apresentando sinais de violência. Embora tenha recebido socorro imediato, Mikael Lucas de Souza Simões não resistiu aos ferimentos e veio a falecer no sábado, 24 de outubro de 2026.
Relatos dos familiares indicam que, antes de desaparecer, Mikael Lucas de Souza Simões havia solicitado um transporte por aplicativo, deixando sua residência sem documentos ou celular. A Polícia Científica trabalha agora com o prazo de 20 dias para a conclusão do laudo pericial, que será determinante para definir as próximas etapas do inquérito policial. Não cabe recurso sobre a necessidade da perícia técnica para o prosseguimento do caso.
O corpo do servidor será trasladado para Caicó, sua cidade natal, onde ocorrerão o velório e o sepultamento. A perda precoce de Mikael Lucas de Souza Simões deixa um vazio na instituição e reforça a necessidade de celeridade na elucidação dos fatos que levaram ao óbito.

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