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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Cidades

Polícia Civil do RN busca por homem desaparecido e foragido da Justiça

Corporação solicita auxílio da população para localizar cidadão sumido em Nísia Floresta e capturar investigado por crimes graves.

Viaturas da Polícia Civil do RN em operação nas ruas de Natal.
Buscas coordenadas pela Polícia Civil do RN visam localizar cidadão desaparecido e cumprir mandado de prisão. · Foto: Divulgação/PCRN

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte mobilizou buscas simultâneas para localizar dois homens com perfis distintos nesta quinta-feira, 29/10/2026. A ação visa tanto encontrar uma pessoa desaparecida quanto capturar um indivíduo que possui um mandado de prisão preventiva em aberto, garantindo a celeridade dos processos investigativos em andamento no estado.

Desaparecimento em Nísia Floresta

Rogério Januário da Silva, de 38 anos, é o foco de uma busca iniciada após o seu desaparecimento em 14 de outubro de 2026. A última vez que Rogério Januário da Silva foi visto ocorreu em seu ambiente de trabalho na região de Búzios, município de Nísia Floresta, na Grande Natal. Desde então, a ausência de notícias tem gerado angústia para familiares e amigos que aguardam por informações concretas sobre seu paradeiro.

Mandado de prisão preventiva

Em uma frente distinta, a Polícia Civil do RN busca informações sobre Wilderon Silva de Lima, de 38 anos. O homem é considerado foragido da Justiça e responde a investigações por suspeitas de associação criminosa, extorsão e roubo. Devido à natureza dos crimes, existe um mandado de prisão preventiva vigente contra ele, conferindo caráter definitivo à ordem judicial de captura.

Como colaborar

As autoridades reforçam que qualquer auxílio da população é fundamental para o sucesso das operações. Informações sobre o paradeiro de ambos podem ser comunicadas de forma anônima e segura através do Disque-Denúncia 181 ou via telefone 190, da Polícia Militar. A corporação ressalta que, no caso do foragido, a população jamais deve tentar realizar abordagens por conta própria, sendo essa responsabilidade exclusiva das forças de segurança.

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