Pagamento do 13º salário gera embate entre Pedro Lopes e Allyson Bezerra
Pedro Lopes e Allyson Bezerra trocam críticas em redes sociais sobre o cronograma de quitação do benefício para os servidores do RN em 2027.
O futuro do pagamento do 13º salário dos servidores estaduais tornou-se o centro de um confronto direto entre Pedro Lopes, ex-secretário de Estado da Administração do RN, e o candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, em publicações feitas nesta quarta-feira, 07/10/2026. A troca de farpas nas redes sociais expõe visões opostas sobre a gestão das contas públicas e a garantia de direitos dos trabalhadores, em um cenário que impacta diretamente a segurança financeira das famílias que dependem do funcionalismo público.
Pedro Lopes iniciou a controvérsia ao questionar a viabilidade do benefício caso Allyson Bezerra assuma o Executivo. Em vídeo, o ex-secretário afirmou ter recebido garantias de Cadu de Lula (PT) quanto à manutenção dos pagamentos. Lopes instou os servidores a exigirem de Allyson um compromisso público sobre a quitação de eventuais débitos remanescentes em janeiro de 2027. Segundo ele, desde 2019, o Governo do Estado tem adotado a prática de pagar o 13º salário apenas no início do ano subsequente.
Em resposta rápida via Instagram, Allyson Bezerra classificou as declarações como infundadas e reafirmou o 13º como um direito inviolável. O candidato resgatou seu histórico como prefeito de Mossoró, onde afirmou ter quitado, em janeiro de 2021, o benefício de 2020 deixado pendente pela gestão anterior.
Allyson detalhou ainda uma proposta de modernização para a folha de pagamento estadual, baseada na experiência municipal. O plano consiste em implementar o pagamento do 13º salário no mês de aniversário do servidor, com a opção de receber em dezembro. Para o caso específico de 2027, o candidato garantiu que, se houver pendências de 2026, a quitação será prioridade em sua agenda de governo.

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