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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
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Cidades

Polícia Civil prende homem por perseguição e ataques virtuais a mulheres no RN

Suspeito utilizava redes sociais para intimidar vítimas com perfis falsos. Prisão ocorreu em São Gonçalo do Amarante por determinação da 11ª Vara Criminal da Comarca de Natal.

Policiais civis em operação de combate ao crime de perseguição.
Prisão realizada pela Polícia Civil do RN na Grande Natal. · Foto: Reprodução

A Polícia Civil do RN prendeu um homem de 29 anos sob a acusação de praticar stalking, crime de perseguição reiterada contra diversas mulheres, em ação deflagrada na quinta-feira, 05/11/2026. A medida foi decidida pela 11ª Vara Criminal da Comarca de Natal, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), visando cessar a violação da privacidade e garantir a segurança das vítimas, uma vez que a conduta do investigado impunha medo e instabilidade emocional constante ao público feminino.

O suspeito foi localizado no bairro Santo Antônio, em São Gonçalo do Amarante, região da Grande Natal, após uma série de denúncias que detalhavam o uso de perfis falsos nas redes sociais para intimidar e hostilizar mulheres. De acordo com as autoridades, as ações do homem configuravam episódios claros de misoginia, causando profundo constrangimento e cerceando o direito das vítimas de viverem com tranquilidade.

A decisão que culminou na prisão é fruto de um inquérito consolidado pela Polícia Civil, que reuniu relatos de diversas mulheres sobre ataques virtuais recorrentes. O investigado, após ser capturado em 05/11/2026, foi encaminhado à delegacia de plantão, onde permanece à disposição da Justiça para os desdobramentos processuais. Cabe ressaltar que a prisão atende a um mandado judicial definitivo dentro da fase de instrução do processo.

O comportamento de perseguição é tipificado pelo artigo 147-A do Código Penal Brasileiro, abrangendo tanto a esfera física quanto o ambiente virtual. A Polícia Civil reforça a importância de que toda vítima de violência, seja ela presencial ou digital, busque uma unidade policial para formalizar a denúncia e permitir que o Estado exerça seu papel de proteção e responsabilização criminal.

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