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Adailton Gonçalves
Por Adailton Gonçalves
Notícias de Parnamirim e região
Economia

Taxa de desocupação no Brasil atinge o menor nível para o 3º trimestre desde 2012

Com 5,2% de desemprego, o país mostra resiliência na oferta de vagas. Dados da Pnad Contínua do IBGE revelam cenário de estabilidade para trabalhadores com carteira assinada.

Carteira de trabalho digital exibida em dispositivo móvel.
Entre os ocupados, o número de empregados no setor privado com carteira assinada chegou a 39,4 milhões - (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O índice de desocupação no Brasil recuou para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, consolidando o menor patamar histórico para o período desde 2012. Conforme os dados apurados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada em 30/10/2026 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país segue em um processo de retomada gradual, superando os 5,4% registrados no trimestre anterior e os 5,6% observados no mesmo período de 2025.

Essa movimentação representa um alívio direto para 5,6 milhões de cidadãos que buscam uma oportunidade de inserção no mercado, marcando uma redução de 4% em relação ao intervalo anterior. Na prática, 234 mil brasileiros encontraram ocupação recente, garantindo maior estabilidade financeira e dignidade às suas famílias em um cenário econômico desafiador.

A estrutura do mercado demonstra solidez, mantendo 39,4 milhões de trabalhadores contratados no setor privado com carteira assinada. Este contingente, essencial para a manutenção dos direitos trabalhistas e da seguridade social, manteve-se estável, assim como a categoria de trabalhadores domésticos, que totaliza 5,4 milhões de pessoas.

Apesar da resiliência, a informalidade ainda demanda atenção. O grupo de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado permanece em 13,7 milhões, enquanto 26,1 milhões de brasileiros atuam por conta própria, revelando os desafios que persistem na transição para postos de trabalho com maior proteção social.

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