Aliados de Rogério Marinho projetam dissidências no União Brasil para disputa no Senado
Estratégia do grupo de Rogério Marinho busca atrair ao menos dois votos da bancada de Davi Alcolumbre para o pleito de 1º de fevereiro de 2027.
Aliados do senador Rogério Marinho (PL-RN) articulam uma ofensiva estratégica para garantir votos favoráveis à sua candidatura à presidência do Senado, mesmo dentro da bancada do União Brasil, sigla de seu principal adversário, Davi Alcolumbre (AP). A movimentação política ocorre em 03/11/2026, com o objetivo de consolidar apoio antes da eleição que define o comando da Casa.
A projeção feita por interlocutores de Rogério Marinho indica a conquista de pelo menos dois votos entre os cinco senadores que comporão o União Brasil a partir de 01 de fevereiro de 2027. O quadro completo do partido na nova legislatura contará com Mauro Mendes (MT), Gracinha Caiado (GO), Professora Dorinha (TO), Chicão (PA) e o próprio Davi Alcolumbre.
Entre os nomes citados, Mauro Mendes é identificado como o mais inclinado à pauta bolsonarista, mantendo proximidade histórica com o grupo político. A necessidade de ampliação das alianças torna-se vital para Rogério Marinho, visto que o PL, partido que lidera, contará com 29 cadeiras. Para alcançar os 41 votos necessários para a eleição em 01 de fevereiro de 2027, Rogério Marinho precisa atrair outros 12 parlamentares, superando a barreira partidária.
A corrida pelo comando do Senado já apresenta movimentações explícitas, como o apoio declarado de nomes como Guilherme Derrite (PP-SP). Em contrapartida, Davi Alcolumbre sustenta que possui interlocução suficiente para garantir votos entre parlamentares do PL, mantendo o cenário de incertezas até o dia da votação.

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