Tereza Cristina busca presidência do Senado e abre disputa no campo da direita
Senadora do PP-MS reafirma candidatura à presidência do Senado Federal, enquanto PL oficializa nome de Rogério Marinho para a corrida eleitoral.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) reforçou nesta quarta-feira, 04/11/2026, seu propósito de tornar-se a primeira mulher a comandar o Senado Federal em 203 anos de história da instituição. A declaração, concedida à CNN Brasil, coloca em evidência as movimentações políticas para a sucessão na Presidência da Casa Legislativa, marcada para 1º de fevereiro de 2027.
A articulação ganhou novo contorno nesta quarta-feira, 04/11/2026, com o PL (Partido Liberal) oficializando a candidatura de Rogério Marinho (RN). O senador, que atuou como líder da oposição e coordenou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), surge como o nome da legenda para ocupar o posto máximo do Senado.
A entrada de dois nomes do espectro conservador na disputa gera incertezas sobre a unidade da oposição. Analistas políticos ponderam que a fragmentação favorece Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente do Senado que busca a recondução ao cargo. A divisão de votos entre candidatos alinhados pode facilitar a vitória de nomes situados mais ao centro ou vinculados à base governista.
Sobre o cenário eleitoral, Tereza Cristina defendeu a legitimidade das pretensões individuais. Segundo a parlamentar do Progressistas, o diálogo entre os aliados será mantido para definir quem possui melhores condições de representar o bloco. Ela ressaltou que, embora a candidatura de Rogério Marinho tenha sido formalizada nesta quarta-feira, 04/11/2026, o processo de escolha ainda permite negociações até a eleição final.

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