Styvenson Valentim vota com a irmã suplente e declara tranquilidade no pleito
Candidato à reeleição, o senador compareceu à Escola Estadual Floriano Cavalcanti, em Natal, acompanhado de Anne Kelly Valentim, primeira suplente em sua chapa.
O senador Styvenson Valentim (Podemos), candidato à reeleição, exerceu seu direito ao voto na manhã deste domingo, 04/10/2026, na Escola Estadual Floriano Cavalcanti, localizada no bairro de Mirassol, na Zona Sul de Natal. O parlamentar esteve acompanhado de Anne Kelly Valentim (Podemos), sua irmã e primeira suplente na chapa, que também votou no mesmo colégio eleitoral.
A composição da chapa, que inclui familiares, foi alvo de debates durante a campanha. Styvenson, historicamente crítico à presença de parentes em cargos públicos, justificou a escolha de Anne Kelly baseando-se em critérios de confiança pessoal e laços afetivos construídos desde a infância. Em declaração concedida em setembro ao jornal O Correio de Hoje, o senador reforçou sua posição: “Minha irmã que me viu nascer, mais velha do que eu dez anos, cuidou de mim, levou para a escola. Confio”. A chapa conta ainda com Milena Galvão (PSDB), vice-prefeita de Currais Novos, como segunda suplente.
Após confirmar seu voto, Styvenson declarou estar com o “coração tranquilo” em relação ao veredito das urnas, atribuindo sua expectativa aos resultados do mandato exercido até aqui.
Cenário eleitoral
O parlamentar chegou ao dia da eleição liderando o levantamento do Instituto Exatus, contratado pelo Grupo Agora RN e divulgado em 03/10/2026. Com 47,20% na soma das intenções de voto, Styvenson lidera a disputa pelas duas vagas ao Senado, seguido por Zenaide Maia (PSD), com 35,47%. Na sequência, Samanda de Lula (PT), com 19,99%, Rafael Motta (PDT), com 19,30%, e Coronel Hélio (PL), com 17,29%, compõem um cenário de empate técnico, considerando a margem de erro de 2,53 pontos percentuais.
A pesquisa Exatus ouviu 1.500 eleitores entre 28 e 30 de setembro, com nível de confiança de 95%, sob os registros RN-08811/2026 e BR-00242/2026 na Justiça Eleitoral. O sistema eleitoral permite que cada cidadão escolha dois nomes para o Senado, sendo eleitos os dois mais votados em turno único.

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